Os tributos essenciais da lei moral. Por Charles G. Finney (Explicado por Felipe F.Lopes). Parte 3
11. Conveniência. Aquilo que é mais sábio no todo (o que é mais sábio, completamente sábio) é conveniente. Aquilo que é conveniente no todo (que em nenhum sentido será incoveniente ou seja, que em nenhum sentido seja não recomendado) é exigido pela lei moral. A verdadeira conveniência e o espírito (essência) da lei moral são sempre idênticos (pedem e tendem para o mesmo fim) . A conveniência pode não estar em harmonia com a letra (porque nem sempre a letra pede tudo o que é conveniente, pois, a letra aponta uma visão parcial e adaptada para um objetivo) , mas isso nunca ocorre com o espírito da lei moral (sendo ele conveniente no todo) . A lei na forma de mandamento é uma revelação ou declaração daquele caminho que é conveniente (recomendável, desejável) . É conveniência revelada (ou a lei moral revelada, neste sentido temos os dez mandamentos e toda a forma de mandamento, provérbio e princípio bíblico, é a isso que o autor se refere como “conveniência revelada”) , como no ...